domingo, 13 de maio de 2012

BMW 328i 2012 vs. Audi A4 2.0T 2012 vs. Infiniti G25 2012 vs. Mercedes-Benz C250 Sport 2012 vs. Volvo S60 T6 AWD 2012

13/05/2012 Carros do Álvaro — Confira o comparativo.

Aluguel de automóveis de luxo está em alta no Brasil

13/05/2012 Carros do Álvaro — Existem aproximadamente 30 mil carros com valor de mercado acima de R$ 90 mil disponíveis para locação no país. 
Foi-se o tempo em que o aluguel de carros de luxo no Brasil era coisa de casamento. De acordo com o mais recente censo da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA) a procura por veículos luxuosos cresceu e já existem aproximadamente 30 mil carros com valor de mercado acima de R$ 90 mil disponíveis para locação no país.

E a frota de veículos de alto padrão – que hoje corresponde a 7% – deve aumentar por conta da procura por esse tipo de automóvel. Empresas tem contatado o setor para incluir os modelos nos seus contratos e, consequentemente, disponibilizá-los para seus altos executivos. Em média, a economia pode chegar a 25% se comparada com as instituições que optam por adquirir seus carros de luxo.

“O mercado também tem crescido junto às pessoas físicas que não abrem mão da sensação de conforto e segurança proporcionada por esses carros, mesmo enquanto viajam”, argumenta Paulo Gaba Jr, presidente do Conselho Nacional da ABLA.

Para as montadoras o interesse das locadoras tem sido positivo, uma vez que esse nicho corresponde a menos de 0,5% do volume negociado anualmente no Brasil. Fatores como forte carga tributária, no entanto, ainda impedem que o mercado nacional alcance o patamar de países como Japão, Alemanha e EUA – onde a participação destes modelos chega a 10% do total das frotas.

Para Gaba, existe uma forte tendência de que o mercado se expanda não apenas na região Sudeste. Existe uma grande expectativa de que as locadoras que atuam nas demais regiões brasileiras se interessem mais por esse mercado devido ao bom momento em nossa economia.
Fonte: Terra - Via: Carplace

Ranking de marcas e modelos mais vendidos nos EUA em abril

13/05/2012 Carros do Álvaro — Automóveis mais vendidos nos EUA em abril de 2012.Desde o início de 2012 as vendas de veículos novos nos Estados Unidos não param de crescer e em abril não foi diferente. O gigantesco mercado norte-americano comercializou 1.184.447 unidades e avançou quase 2% frente a 2011.

Deste total, 632.129 unidades (53,37%) foram de automóveis e 552.318 (46,63%) unidades, de picapes, SUV´s e crossovers. No acumulado do ano já saíram das concessionárias do país mais rico do mundo nada menos que 4.651.943 unidades, aproximadamente 10% a mais do que no mesmo período do ano passado.

A Ford, responsável por 173.350 unidades no mês passado, manteve a liderança entre as montadoras, mas viu sua vantagem em relação à Chevrolet (155.487) cair de quase 30 mil unidades em março para menos de 18 mil. A Toyota (154.990), vice-líder no mês anterior, voltou para o 3º lugar.
Após ser derrotada pela Nissan por uma diferença superior a 10 mil unidades, a Honda reagiu e voltou à 4ª posição, fechando o mês com 109.837 unidades, mais de 40 mil à frente da rival japonesa, que por pouco não foi ultrapassada pela Hyundai (62.264).

Kia, Dodge, Jeep e VW – a melhor entre as europeias – completaram as 10 primeiras posições. Já a Mercedes subiu duas colocações e, em 14º com 24.305 unidades, manteve a liderança entre as marcas Premium e abriu vantagem superior a 3 mil unidades sobre a conterrânea BMW (21.062), 17ª.
Entre os modelos, repetição dos dois primeiros colocados, com a Ford F-Series (47.453) mantendo a ponta pelo 32º mês consecutivo e o Toyota Camry, com 36.820 unidades, reduzindo a vantagem do líder de quase 16 mil para pouco mais de 10 mil unidades. Surpresa do mês, o Honda Accord saltou 9 posições de um mês para o outro e garantiu presença no pódio apenas pela 2ª vez nos últimos 2 anos após registrar 35.385 unidades, 26% a mais do que há um ano. Destaque também para o Toyota Prius (25.168) pela 1ª vez no top 5 norte-americano.

O destaque negativo ficou com o Nissan Altima (16.239), que caiu da 3ª em março para a 18ª posição, quase 25 mil unidades a menos de um mês para o outro. A explicação pode estar na transição da atual para a nova geração. Veremos os resultados nos próximos meses.
Confira agora a lista das marcas e dos modelos mais vendidos em abril:

Ranking por marcas

1. Ford 173.350
2. Chevrolet 155.487
3. Toyota 154.990
4. Honda 109.837
5. Nissan 64.200
6. Hyundai 62.264
7. Kia 47.550
8. Dodge 45.248
9. Jeep 38.684
10. VW 37.525
11. GMC 32.603
12. Chrysler 31.879
13. Subaru 26.310
14. Mercedes 24.305
15. Mazda 21.506
16. RAM 21.505
17. BMW 21.062
18. Lexus 17.551
19. Buick 15.446
20. Acura 12.175
21. Audi 11.521
22. Cadillac 9.851
23. Infiniti 7.129
24. Lincoln 6.308
25. MINI 5.731
26. Scion 5.503
27. Mitsubishi 5.280
28. Volvo 4.848
29. Fiat 3.849
30. Porsche 3.437
31. Land Rover 3.292
32. Suzuki 1.774
33. Jaguar 1.073
34. Smart 764
35. Maserati 232

Ranking por modelos

1. Ford F-Series 47.453
2. Toyota Camry/Solara 36.820
3. Honda Accord 35.385
4. Chevrolet Silverado 30.749
5. Toyota Prius 25.168
6. Toyota Corolla/Matrix 24.804
7. Honda Civic 24.423
8. Honda CR-V 23.627
9. Chevrolet Malibu 21.906
10. Ford Fusion 21.610
11. Dodge Ram 21.126
12. Hyundai Sonata 20.521
13. Ford Focus 19.425
14. Chevrolet Equinox 18.282
15. Chevrolet Cruze 18.205
16. Ford Escape 16.986
17. Hyundai Elantra 16.836
18. Nissan Altima 16.239
19. VW Jetta 15.658
20. Toyota RAV4 15.196
21. Chevrolet Impala 14.965
22. Ford Explorer 14.076
23. Chrysler 200 13.343
24. GMC Sierra 12.598
25. Jeep Wrangler 12.184
26. Jeep Grand Cherokee 11.834
27. Ford Econoline 11.810
28. Dodge Caravan 11.183
29. Dodge Avenger 11.147
30. Kia Oprima 11.021
31. Toyota Tacoma 10.901
32. Chrysler Town & Country 10.773
33. Kia Soul 10.716
34. Ford Edge 10.520
35. Honda Odissey 10.476
36. VW Passat 10.096
37. Chevrolet Camaro 9.627
38. Kia Sorento 9.610
39. Toyota Sienna 9.451
40. Toyota Highlander 9.352
41. BMW Série 3 9.003
42. Honda Pilot 8.827
43. Nissan Rogue 8.563
44. Subaru Outback 8.548
45. Mazda3 8.505
46. Nissan Versa 8.335
47. Subaru Impreza 8.143
48. Dodge Charger 7.991
49. GMC Terrain 7.839
50. Ford Mustang 7.801
Fontes: The Wall Street Journal / ES Autoblog / Best Selling Cars / Via: Carplace

Ranking de vendas de picapes médias/grandes em abril

13/05/2012 Carros do Álvaro — S10 amplia vantagem na liderança e Hilux fica fora do TOP 5.
Depois de reassumir a liderança de vendas entre as picapes médias e grandes em março a Chevrolet S10 teve em abril um resultado ainda melhor. Com 3.393 unidades emplacadas o modelo da GM registrou uma vantagem superior a 2 mil unidades sobre a 2ª colocada – no mês anterior a diferença havia sido inferior a 1,2 mil unidades.

A briga pela vice-liderança entre três modelos, separados por apenas 30 unidades, foi acirradíssima. A vitória ficou com a Mitsubishi L200 (1.305), à frente da Ford Ranger (1.296) e da Nissan Frontier (1.275). 4ª em março, a VW Amarok (907) caiu uma posição.
Sentindo falta da Toyota Hilux? Pois bem: a picape da marca japonesa amargou seu pior resultado desde fevereiro de 2007 (743) e fechou o mês em 6º lugar, com apenas 791 unidades, queda superior a 70% na comparação com o mesmo período de 2011. Os resultados preliminares de maio, a serem divulgados na próxima semana, já deverão apontar a recuperação do modelo após a chegada da versão flex.
A curiosidade do mês ficou por conta da chinesa Effa Plutus: embora tenha registrado apenas 20 unidades o modelo garantiu pela 1ª vez a presença de um modelo do país no top 10 do segmento. Confira os resultados finais dos principais modelos em abril (entre parênteses, os resultados do mês anterior):

Picapes médias/grandes

Ranking geral

1. Chevrolet S10 3.393 (2.735)
2. Mitsubishi L200 – 1.305 (1.581)
3. Ford Ranger – 1.296 (1.159)
4. Nissan Frontier 1.275 (1.209)
5. VW Amarok – 907 (1.327)
6. Toyota Hilux – 791 (1.576)
7. Hafei Ruiyi – 279 (376)
8. Dodge RAM – 266 (333)
9. Effa Plutus – 20 (11)
10. Mahindra – 20 (14)
11. Ford F250 – 13 (28)
12. Agrale Marruá – 3 (12)
13. Ford F150 – 2 (1)

Subiram ↑ (2012/2011)
• Agrale Marruá +200,00%
• Nissan Frontier +53,99%
• Ford Ranger +23,55%
• VW Amarok +7,59%

Desceram ↓ (2012/2011)
• Ford F250 -94,25%
• Toyota Hilux -70,81%
• Hafei Ruiyi -56,41%
• Ford F150 -33,33%
• Mahindra -28,57%
• Mitsubishi L200 -26,40%
• Chevrolet S10 -0,35%

Observações: A Effa Plutus não era comercializada em abril de 2011. A Dodge Ram, por sua vez, não teve nenhuma unidade comercializada naquele período.
Por Thiago Parísio - Fonte: Fenabrave - Via: Carplace

BMW Série 3 Touring 2013 é revelada por inteiro

13/05/2012 Carros do Álvaro — BMW divulga primeiras imagens da nova geração da perua Série 3 Touring.
A BMW está divulgando oficialmente hoje (13) as primeiras imagens e detalhes oficiais da nova geração da perua Série 3 Touring. Maior, mais tecnológica e mecanicamente mais avançada que sua antecessora, a station começará a ser vendida no mercado europeu dentro de alguns meses com foco nas rivais Mercedes-Benz Classe C Estate e Audi A4 Avant.

Podendo acomodar 495 litros de bagagem no porta-malas, a Série 3 Touring, segundo a BMW, é a líder da categoria no quesito espaço para carga quando não é necessário rebater os bancos. Ainda de acordo com a marca, os assentos podem ser rebatidos na proporção 40:20:40 e há dois compartimentos camuflados no assoalho do porta-malas.

Assim como no sedã, a perua será oferecida em quatro versões de acabamento: Modern Line, Luxury Line, Sport Line e M Sport. Quanto às dimensões, a BMW diz que a Série 3 Touring está 9,2 centímetros mais comprida que o modelo anterior e que ganhou 5 cm na distância entre os eixos.

Na gama de motores, destaque para um bloco 2.0 bi-turbo a gasolina de 245 cavalos (versão 328i), um 2.0 a diesel de 184 (versão 320d) e um 3.0 6 cilindros em linha também diesel de 258 cv (versão 330d). O câmbio é sempre manual de seis marchas ou automático de oito relações para todos os propulsores.

Os preços ainda não foram divulgados.
Fonte: BMW - Via: Carplace

Motos: projeto quer subdividir habilitação por cilindradas

13/05/2012 Carros do Álvaro   — Ideia é que o tipo de licença varie de acordo com as cilindradas da moto.


A Câmara dos Deputados vai discutir um projeto de lei para criar subdivisões para a habilitação de moto, algo que já acontece em outros países da Europa, como por exemplo a Inglaterra. Hoje um recém-habilitado pode dirigir desde uma scooter até uma superbike. A ideia do deputado Roberto de Lucena (PV/SP), autor do projeto, é que o tipo de licença varie de acordo com as cilindradas da moto.

Com isso, a categoria “A1″ habilitaria a condução de modelos com até 150cc; a “A2″ seria voltada a motos de até 400cc; por fim, a habilitação “A3″ serviria para todas as motocicletas, sem restrições.
Para convencer seus colegas da Câmara, o deputado apresenta números do Ministério da Saúde que apontam que os gastos com atendimento de acidentados com moto e similares dobraram entre os anos de 2007 e 2010.

Hoje a carteira de habilitação para motociclista é identificada apenas pela letra “A”, e permite a condução de todo tipo de veículo motorizado com duas ou três rodas.

Recentemente deputado Paulo Folleto (PSB) apresentou um projeto de lei para que condutores de carros com mais de 300 cv fossem obrigados a ter habilitação "C". Atualmente a habilitação do tipo "C" é exigida para condutores de veículos de carga com peso superior a 3,5 toneladas.
Fonte: CarAndDriverBrasil

Fiat Bravo 2013: tabela de preços

13/05/2012 Carros do Álvaro — Fiat apresenta o Bravo 2013. As 'novidades' ficam por conta dos equipamentos.
A Fiat apresentou os modelos 2013 do Bravo. As 'novidades' ficam por conta dos equipamentos. As versões Essence e Essence Dualogic ganham os seguintes itens: maçanetas cromadas, apoio de braço central dos bancos dianteiros com vão refrigerado, parafusos antifurto e volante em couro com comandos de rádio. Os valores dessas versões não serão alterados.

O modelo turbo, o T-Jet, agora vem de série com o teto solar panorâmico Skydome, porém existe um acréscimo de R$ 3 mil. O câmbio automatizado dualogic ganhou modificações e passa a ter o nome Dualogic Plus. Agora conta com creeping, que é quando o carro automático se move assim que o pé é tirado do pedal de freio, sem precisar acelerar. Esse movimento é cômodo na hora de fazer manobras em garagens, por exemplo.

Preços do Fiat Bravo

- Essence: R$ 57.150
- Essence Dualogic: R$ 59.790
- Absolute Dualogic: R$ 66.830
- T-jet: R$ 71.950
Fonte: CarAndDriverBrasil

Teste: Novo Chrysler 300 C 2012

13/05/2012 Carros do Álvaro — Armado até os dentes, o Chrysler 300 C tenta defender o título de carro mais tradicional da marca.Grécia, 480 a.C. A jônia era uma das civilizações que relutavam em se submeter ao domínio do Império Persa. 300 soldados de Esparta, comandados pelo rei Leônidas, não aceitaram a rendição e partiram em ataque contra 120 mil persas no Desfiladeiro de Termópilas. Foram exterminados. Os 300, no entanto, entraram para a História pela bravura.

O que o massacre tem a ver com o novo Chrysler 300 C? Absolutamente nada. Mas achamos que poderia ser boa ideia citar o fato e nos inspirar no filme (“300 de Esparta”, de 2007) para esta avaliação.

O 300 C, de 2004, foi resultado da aliança Daimler/Chrysler, que durou nove anos, de 1998 a 2007. Um sedã ao gosto do americano, construído sobre a base do Mercedes-Benz Classe E da geração anterior. A plataforma foi mantida, mas o que temos aqui é um carro reestilizado com novos câmbio e motor, como veremos. O que interessa, por enquanto, é que o 300 absorveu do Classe E as técnicas do agogué, o treinamento militar que educava crianças espartanas com combates físicos: passa ao motorista a sensação de confiança pelo fato de existir, sob a carroceria, uma base sólida.

O estilo também transmite solidez. O vinco duplo que nasce na coluna C e desce até a lanterna realça os músculos cultivados no antigo 300. O que mudou foi o espírito. A cara de mau que marcava o carro anterior foi trocada por outra, mais suave. Os 5,07 m de comprimento e 1,90 m de largura (mesma medida de um BMW Serie 7) fazem dele um sedã executivo que se impõe no trânsito. As rodas de 18 polegadas têm desenho discreto em comparação com as anteriores e poderiam ser maiores – a caixa de rodas suportaria; a suspensão, no entanto, perderia curso. Culpa do campo de batalhas que é nosso asfalto.

Nos EUA, é vendido com cinco diferentes configurações – do 300, mais... espartano em equipamentos, ao 300 SRT, esportivo. Por aqui, a Chrysler só importará, por enquanto, o 300 C, completo.
Escudo

O que se vê por fora se repete por dentro: amplo espaço e algumas novidades em acabamento. É como se o lado interno dos escudos espartanos fosse revestido de borracha. Os plásticos que imitavam madeira foram substituídos por madeira de verdade. E a iluminação do console e do cluster abandonou o verde-água anterior e recebeu um azul que pode variar a intensidade em cinco níveis – de “camuflagem contra o inimigo” para “quero ser atingido por uma flecha”.

A tela de 8,4 polegadas no centro do painel atrai mais atenção que uma catapulta persa. Nela se configuram o som (com MP3, USB, SD e Bluetooth), os controles de ventilação e de ar-condicionado, navegador, celular e computador de bordo. Na ponta dos dedos. O ar-condicionado também pode ser controlado pelos botões abaixo da tela. Os porta-trecos são ao estilo americano: comportam um balde de refrigerante (e ainda podem refrigerar ou de aquecer a bebida) e quilos de batatas fritas.

Os R$ 45 mil de diferença entre um 300 C V6 2011 (R$ 134.900) e o novo parecem muito. E são, se você se lembrar de que, por R$ 179.900, preço pedido pela novidade já com aumento do IPI embutido, dava para comprar um V8 modelo 2011. A Chrysler justifica o aumento lembrando que a mecânica é mais moderna e eficiente e que o nível de acabamento evoluiu. Todos os comandos são elétricos e isso inclui as aberturas internas do porta-malas e bocal de combustível. E o som é Alpine, de nove alto-falantes e um subwoofer, excelente para se curtir um rap comportado. Motorista e carona são bem recebidos e, no banco traseiro, três adultos se acomodam sem entrar em conflito. O entre-eixos da nave é de 3,05 m. O porta-malas perdeu 42 litros, mas ainda leva muita bagagem.
Arsenal

No campo de batalha, o 300 tem adversários mais fortes e mais rápidos, mas não perde a bravura. O motor Pentastar e seu esquadrão de seis cilindros (usado na Town&Country e nos Dodge Avenger, Journey, Grand Caravan e Durango) têm fôlego para a briga e não exigem tanta bebida em troca: precisaria apenas de 4,1 litros de gasolina para atravessar os 56 km do Desfiladeiro de Termópilas.

A suspensão, independente nas quatro rodas, é ajustada para as grandes retas das estradas americanas e isso significa maciez extrema. Mas não apresenta batidas secas ao transpor valetas, por exemplo. Não é um carro ágil com sua direção desmultiplicada, mas o câmbio de oito marchas, da alemã ZF, e a tração traseira são boas armas.

Poderiam ser melhores. A dupla é atrapalhada por Efialtes, o traidor espartano que deu ao rei persa Xerxes as coordenadas para dizimar os 300 de Esparta. O câmbio é ágil e tem trocas rápidas, mas é limitado. É a mesma caixa 8HP45 da Amarok, mas com outro tipo de configuração. Se na picape tem recursos como trocas manuais e automáticas nos modos normal e esportivo, no sedã a caixa cumpre apenas o básico. Forçar reduções por meio do kickdown no acelerador é inútil. A tração traseira é a cavalaria pesada do 300, mas como o carro foi configurado para sair de frente, as escorregadas de traseira se tornam facilmente corrigíveis.

A batalha dos 300 contra o exército da Pérsia foi impiedosa. Mas a promessa de Leônidas, rei de Esparta, de fazer o imperador persa sangrar foi cumprida. O Chrysler tem adversários mais rápidos e poderosos. Mas a intenção da Chrysler com ele não é torná-lo o mais vendido ou o mais forte, mas a de que continue a defender o título de carro mais tradicional da marca. Para isso, ele está treinado e armado até os dentes.

Números do teste
por André Deliberato / Fotos: Marcos Camargo
Fonte: CarAndDriverBrasil

Comparativo: Nissan Versa x Fiat Grand Siena x Chevrolet Cobalt

13/05/2012 Carros do Álvaro — O Siena invade o campo dos sedãs com mania de grandeza.
O Fiat Grand Siena chega para disputar preferências com uma linha de sedãs que inclui de JAC J3 Turin a Renault Logan. Em sua primeira prova de fogo, no entanto, elegemos o Chevrolet Cobalt e o Nissan Versa como seus dois principais adversários. Motivo? São os lançamentos mais recentes, fazem parte de uma subcategoria (a dos compactos premium) e têm preço equivalente. A referência em nossos comparativos, o VW Voyage, não foi convidado porque muda em breve. Na pista, o recém-chegado mostrou apetite. Mas será que ele chegou onde queria? É o que você verá nas páginas a seguir.
O Cobalt representa, com o Cruze e com a S10, a retomada da GM – um dos motivos que nos levaram a distinguir o carro como um dos Ten Best 2012. O sedã é inegavelmente mais moderno que o Corsa Sedan mais recente e tem muitas qualidades, entre as quais espaço interno e acabamento esmerado. Mas, no confronto direto com Fiat Grand Siena e com Nissan Versa, não se destacou: ficou em terceiro, poucos pontos atrás do Grand Siena.

Há duas razões para o Cobalt não superar estes adversários diretos. A principal é o preço da versão LTZ, a mais salgada do comparativo. O carro vem bem equipado na versão topo de linha (o único opcional é a pintura metálica, que soma R$ 903 ao preço), mas a diferença para o Versa SL, mais bem equipado, representa pouco mais de R$ 3 mil. Mesmo para esta categoria, a um passo dos sedãs médios, é bastante dinheiro. A outra razão é motor.
Chevrolet Cobalt

+ Espaço e conforto de carro grande
- Preço de carro grande, motor de carro pequeno
= Se custasse menos, seria melhor

A engenharia da GM se esforçou para manter um carro do porte do Cobalt na casa dos 1.072 kg de peso, mas os 102 cv do motor Econo.Flex 1.4 não são suficientes para a massa do carro. Os números de desempenho mostram isso: o Chevrolet ficou na lanterna na maioria das provas que exigem vitalidade do motor. A contrapartida, porém, não veio: o consumo. Ele só se saiu razoavelmente bem na cidade, mas ficou atrás na estrada. No futuro, o modelo ganhará um quatro-cilindros com mais disposição, o Econo.Flex 1.8, baseado no mesmo da atual Meriva, mas com cerca de 130 cv e foco em economia. Isso dará nova vida ao carro. A torcida é para que a GM não eleve o preço do modelo na mesma proporção do ganho de cavalaria. O câmbio de cinco marchas, por sua vez, tem bom escalonamento, engates sem problemas e curso adequado da alavanca. Mas não consegue fazer milagres diante de um motor de pouca potência.
Gamma II

Construído sobre a plataforma Gamma II (a mesma do Sonic e dos futuros Spin, a PM7, e Enjoy, o mini-Captiva - veja em Segredos), o Cobalt tem rodar sólido e é obediente se você não quiser entrar com pressa em curvas. Foi feito para oferecer conforto e isso fica claro pelo acerto de suspensão, mais para o macio que para o esportivo. Não deixa saudades, no entanto, do Corsa Sedan, que usava a base do Corsa de terceira geração. E está anos-luz à frente do Agile, que se apoia em plataforma ainda mais antiga, a do Corsa B.

Como o hatch, o Cobalt não é referência em estilo. Neste item, importante fator de vendas, o time de designers da Fiat se deu melhor: o Grand Siena é, de longe, o mais atraente entre os três. Por dentro, a situação de inverte. Embora o Chevrolet tenha o painel de instrumentos mais simples entre os três (o cluster é formado por conta-giros analógico e velocímetro digital), a sensação a bordo é mais agradável, nem tanto pelo espaço, mas pelo material de acabamento. Simples, mas caprichado. Poderia ser melhor, caso o carro saísse de fábrica com vidros verdes, que amenizam a temperatura interna. Melhor ainda se o Cobalt custasse menos.
O Fiat Grand Siena está maior do que o Palio, é verdade. Só não está maior do que o Cobalt ou do que o Versa. Também não tem um motor tão econômico quanto o do Nissan ou um porta-malas tão espaçoso quanto o do Chevrolet. O que ele consegue é ser mais atraente que os outros dois. O fato de custar menos e de ser mais forte que o Cobalt deu a ele o segundo lugar neste comparativo.

Com seu motor 1.6 de 117 cv (etanol), o mais forte entre os três carros testados, o Grand Siena poderia ter estreado com ampla vantagem em desempenho. O problema é que ele é um peso-pesado, com 1.141 kg, gordura que comprometeu seus números de aceleração, retomada e consumo. Em contrapartida, revelou-se o mais eficiente em frenagem.

Apesar de ser melhor de dirigir do que o Palio, o Siena ainda compartilha com o hatch o apreço pelo conforto. Isso é bom, mas é ruim: é como se sentar em um bom sofá que afunda e provoca dores nas costas depois de um tempo. Distante de uma cadeira Herman Miller Aeron, que oferece equilíbrio entre boa vida e saúde. A almofada mole do Siena vem da direção assistida além do desejável em velocidades altas. A 120 km/h, máxima permitida em nossas estradas, o volante fica leve quase a ponto de ficar bobo. Neste passo, o importante é ter direção firme e não facilidade de manobra. Encaixe

Se é leve além do ponto, a direção do Siena apresenta uma vantagem: oferece o menor diâmetro de giro entre os rivais, qualidade fundamental para manobras em pequenos espaços. A suspensão, ainda que macia, encara bem o piso, é comunicativa e muito menos ruidosa que a do Versa. Em suma, atende bem à proposta familiar do sedã.

Fiat Grand Siena

+ É o mais bonito da turma
- A direção é quase boba em alta
= Bom para quem topa menos espaço por mais estilo

Por dentro, o espaço no banco traseiro é o menor dos três. A cabeça bate no teto e os joelhos forçam o encosto do banco dianteiro, caso esteja muito recuado. O acabamento deixa a desejar: no carro avaliado, havia peças mal encaixadas. Talvez um problema de início de produção.

Apesar de ser menor que o Cobalt, o Siena tem mais motor e consome quase o mesmo. Anda mais e bebe igual, em resumo. Se não traz CD Player com Bluetooth nem vidros elétricos nas portas traseiras, de série no Cobalt, o Siena vem, básico, com detalhes de carros mais luxuosos. Oferece vidros verdes, abertura interna da tampa de combustível, vidros um-toque e antiesmagamento na dianteira e rodas de liga-leve de aro 16, não oferecidas no Cobalt nem como opcionais.

Por fim, ele é mais barato do que o Chevrolet, um fator fundamental em um segmento em que fama ou aparência contam menos do que uma excelente relação custo-benefício. Equipado com os mesmos itens de série do Cobalt (veja na tabela de resultados), sai sutilmente mais barato. E vem mais completo.
Lançado em novembro do ano passado, o Nissan Versa tem, hoje, fila de espera de 120 dias. Isso significa, entre outras hipóteses, que o custo-benefício do sedã é imbatível na categoria. É certo ainda que o modelo não vem sendo importado em quantidade suficiente para atender à procura e, por fim, é muito provável que a Nissan esteja abrindo mão de parte do lucro para ganhar participação de mercado. O fato é que o Versa tem se revelado excelente opção para quem busca um sedã compacto.
Nissan Versa

+ Tem preço e desempenho
- Não é campeão de estilo
= Custo-benefício: eis a palavra mágica

Trazido do México, o Versa SL chegou custando menos que o modelo intermediário do Cobalt, o LT, e oferecendo bem mais: ar, direção elétrica, vidros nas quatro portas, ABS, EBD e air bags dianteiros. É ainda o único sedã do segmento a oferecer fixações Isofix para cadeirinha de bebê.

O interior incomoda pelo excesso de plástico de aparência rígida, embora as peças sejam bem encaixadas e cubram toda a superfície – no Siena, parte do aço da lataria fica exposta. Se tem 2 cm a menos de entre-eixos em comparação com o Cobalt, o espaço interno parece ser mais amplo, por conta do emprego de encostos de bancos mais delgados. Como no Siena, o teto pode incomodar a cabeça dos passageiros mais altos.

Traseira x dianteira

O estilo não encanta: é um carro sóbrio em demasia e meio fora de proporção. A dianteira parece ter sido feita por uma equipe que não conversava com o time encarregado de fazer a traseira. Melhor, portanto, assumir o volante. Com suspensão de bom compromisso entre conforto e esportividade, o Versa aceita que você entre mais forte em curvas sem o risco de transformar o carro no tapete mágico do Aladim. O motor, um 1.6 de origem Nissan bem disposto, é tão animado quanto é econômico. Dá para fazer 9 km/l com ele no etanol, uma primazia antes dedicada apenas a modelos 1.0, sem ter de abrir mão do prazer de acelerar. Por fim, o câmbio tem engates rápidos e macios, melhores que os de seus concorrentes, e a direção é firme na estrada e leve na cidade. Seu pecado é esterçar pouco, o que exige algum trabalho nas manobras.

Ainda que venha com bom conteúdo, o Versa peca por não oferecer vidros verdes, por ter bancos de pouco apoio para as coxas, o que pode cansar mais rápido em viagens longas, e por dever regulagem de distância do volante – item só oferecido pelo Volkswagen Voyage (que ficou fora do comparativo porque está prestes a mudar). A Nissan oferece três anos de garantia para o Versa e preços fixos de revisão. Mas o número de concessionárias do fabricante é menor que o de Chevrolet e de Fiat.

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por Gustavo Henrique Ruffo / Fotos: Marcos Camargo
Fonte: CarAndDriverBrasil

Envelopamento de carros: a moda é revestimentos coloridos e texturas diferenciadas

13/05/2012 Carros do Álvaro — Envelopamento brinca com cores e texturas.Para dar uma renovada na aparência do carro, o envelopamento – aplicação de película de vinil sobre a carroceria – há tempos vem conquistando adeptos. Depois da onda dos foscos – preto, a partir de 2010, e branco, mais recentemente –, entram em cena os revestimentos coloridos e as texturas diferenciadas.

Com isso, é possível ter na garagem um veículo de cores que não são oferecidas pela montadora. “Nosso campeão de pedidos é o branco brilhante, para modelos como Veloster, Cadenza, Optima, Sonata e Elantra”, conta o gerente da Foscomania (3079-0348), empresa especializada em envelopamento na zona sul, Leandro Del Grande.

Alguns aproveitam a chance para experimentar um tom mais ousado, já que na hora da revenda basta retirar a película. Laranja, roxo e verde-limão estão entre as opções disponíveis nas lojas consultadas.

“A matéria-prima evoluiu bastante e atualmente é possível esconder melhor a cor original”, afirma o proprietário da Preto Fosco (3751-4865), que tem oito endereços, Paulo Surya Bento. “Antes o resultado não ficava tão bom”, avalia.

Outra possibilidade interessante é brincar com diferentes tipos de textura. Há películas que imitam fibra de carbono, madeira e até couro, por exemplo.
Em alguns casos, o material é usado apenas em certas partes do carro, como capô, portas e para-lamas. No teto, por exemplo, faz sucesso o chamado “Black Piano”, que simula uma janela de vidro espelhado.

Se o cliente quiser ir mais longe na customização, há empresas que criam projetos personalizados. Além de uma nova cor, o carro pode ganhar faixas e desenhos exclusivos, inspirados em tatuagens e grafites de rua.

A durabilidade do produto varia conforme a qualidade do material e a intensidade de uso do veículo. A exposição constante ao sol altera a pigmentação.

E se a brincadeira enjoar, basta retirar a película. Essa é a maior vantagem do envelopamento. A remoção deve ser feita em oficina especializada e custa entre R$ 450 e R$ 650.

Legislação

De acordo com Código de Trânsito Brasileiro, se o proprietário mudar a cor de mais de 50% da carroceria do veículo, terá de atualizar os dados do documento no Detran. Caso contrário, fica sujeito a multa de R$ 182,26, perda de cinco pontos na carteira de habilitação e apreensão do carro até a regularização.
por Thiago Lasco
Fonte: Blogs.Estadão

Bancos públicos reduzem juros mesmo assim concessionárias permanecem vazias

13/05/2012 Carros do Álvaro — Mercado de carros continua em queda.
A decisão do governo de apertar a liberação de crédito, para evitar uma explosão de consumo e a consequente aceleração da inflação, teve um efeito colateral indesejável: a maior indústria do Brasil, a automotiva, passa por maus bocados. A queda nas vendas foi de 3,14% no acumulado do ano em relação a 2011, e sem perspectivas de melhora.

Gerentes de dez concessionárias de veículos apontaram a puxada no freio de mão como o principal vilão para o mau momento do setor. “A demanda não caiu, mas aumentou, e muito, o número de fichas de crédito reprovadas – na ordem de 20%”, afirma o coordenador de negócios da Renault Max Sumaré, na zona oeste da capital, Ricardo da Rocha.

Na Fiat Amazonas de Perdizes, também na zona oeste, o recuo nas vendas chegou a 40% e o estoque beira os 60 dias. “O mercado está parado. Uns 80% das nossas vendas envolvem financiamento”, segundo o vendedor da concessionária, Alex Talieri.

A chuva de promoções continua, assim como a busca por taxas mais baixas de juros, mas sem surtir muito efeito. “Com as notícias da crise na Europa e até das mudanças na poupança, o comprador ficou assustado. Lembra logo do Collor e pensa muito antes de contrair nova dívida”, diz o gerente de vendas da Chevrolet Aba Motors, na região central, João Amabile.

O governo até tentou se recuperar da “estrangulada” que deu, ao forçar o Banco do Brasil e a Caixa Econômica a praticarem juros abaixo de 1% ao mês em planos de financiamento de cinco anos. Mas os bancos privados não acompanharam a medida por medo de outro fantasma, o da inadimplência, que subiu de 3% em 2011 para 5,7% neste ano. Compradores até conseguem financiar com taxas menores e até sem juros, mas a entrada tem de ser cerca de 60%.
João Silva espera sua ficha ser aprovada para comprar um Celta em 60 meses

As constantes mudanças no IPI também têm afastado o consumidor, que não quer arriscar comprar um carro zero-km que pode ficar mais barato no mês seguinte devido a outro rompante do governo. “O preço mais alto dá o impacto inicial, mas o que trava o mercado é o medo de gastar dinheiro à toa”, diz o gerente da Citroën Champs-Élysées, na zona sul, Clissiano Andrade.

A situação não é de crise ainda, mas os estoques beiram os de 2008, época em que eclodiu a crise global. Tanto que algumas montadoras começaram a reduzir o ritmo de produção.

Mesmo em meio ao turbilhão há esperançosos, como o gráfico João César Silva, que pretende comprar um Chevrolet Celta e pagar em 60 vezes sem entrada. “Será meu primeiro zero-km e não quero gastar minhas reservas na entrada”, diz. Ele ainda aguarda a aprovação da ficha enviada à financeira.

Segundo o consultor da ADK Automotive, Paulo Garbossa, o ideal é fugir das dívidas. “Um bom momento para comprar um carro é quando se tem dinheiro”. diz. De acordo com ele, agora é uma boa hora para pesquisar preços e promoções. “Todas as marcas estão com planos mirabolantes para tentar vender.”
por Diego Ortiz
Fonte: Blogs.Estadão

Montadoras localizadas no Vale do Paraíba reduzem produção

13/05/2012 Carros do Álvaro — Montadoras do interior vivem momentos de apreensão.Taubaté - Trabalhadores de montadoras localizadas no Vale do Paraíba vivem momentos de apreensão, seja pela diminuição das vendas, retraindo o mercado ou pela ameaça de fechamento de um turno, com possíveis e demissões na planta da General Motors, em São José dos Campos, a 90 quilômetros da capital paulista.

Em Taubaté, a Volkswagen (foto) já suspendeu a produção do sábado passado por excesso de veículos no estoque – cerca de 80 mil em todo o País – o que deverá ocorrer também amanhã, além da possível redução da produção hoje e nos dias 24 e 25 próximos.

Na Ford, que também tem uma fábrica na cidade, parte dos trabalhadores da fábrica de motores Sigma está de férias coletivas há uma semana, mas o motivo é a readequação para receber novos investimentos anunciados pela empresa, no valor de R$ 500 milhões.

“Já existe um acordo com a Volkswagen, de flexibilidade da jornada, que eles utilizam conforme a sua necessidade”, disse o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté, Isaac do Carmo. Ele afirma que o fato não preocupa a entidade, pois o mercado, segundo ele, espera a baixa dos juros por parte dos bancos, o que ainda não ocorreu.

Corte

A ameaça de demissões na fábrica da General Motors (GM) em São José dos Campos, continua na pauta do Sindicato dos Metalúrgicos local, que tentou sem sucesso, na quarta-feira, discutir o assunto com a direção da montadora. A tentativa ocorreu durante a reunião entre a entidade e a empresa com o objetivo de definir um valor para a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) deste ano.

A GM se recusou a tocar no assunto e, segundo os sindicalistas deu indicação de um cenário de dificuldades para este ano. “Eles disseram que vão discutir isso depois”, disse o presidente do sindicato, Vivaldo Moreira.

Na cidade há uma preocupação com a falta de perspectivas da fábrica, que perderá os modelos Corsa, Classic, Meriva e a Zafira, permanecendo apenas a fabricação da S10, único investimento recebido nos últimos cinco anos. Os modelos Cruze, Cobalt e a minivan Spin foram para São Caetano e o novo compacto da marca, para Gravataí (RS).

A situação da planta pode resultar no fechamento de um turno da produção do MVA, causando a demissão de cerca de 1,5 mil trabalhadores.

Na semana passada, a direção do Sindicato chegou a se reunir com o prefeito Eduardo Cury (PSDB) para discutir o assunto. Cury se propôs a agendar um encontro com a empresa. Cury e membros do seu governo vinham acusando a entidade de ser radical e com isso afastar a possibilidade de investimentos por parte da empresa. Os sindicalistas, no entanto, negam haver intransigência de sua parte.

A empresa, que não se pronunciou sobre o assunto, tem 8 mil trabalhadores em São José dos Campos, e deve se reunir com os sindicatos de São José e São Caetano do Sul nos próximos dias 16, 17 e 18.

Em Santa Branca, a 97 quilômetros da capital paulista, os trabalhadores da Wirex Cable deram início a uma paralisação na manhã da quarta-feira, em resposta às demissões realizadas pela empresa, sem nenhuma negociação com o sindicato.

JAC diz que não dá para exportar

O presidente da JAC Motors no Brasil, Sergio Habib, estimou ontem que em cerca de três anos será impossível exportar carros fabricados no Brasil, devido aos altos custos de produção no País. “Quando você exporta um carro, se você comprou peças no Brasil e pagou mais por elas, o mercado lá fora não vai pagar mais caro pelo seu carro por causa disso”, afirmou o executivo após participar de evento realizado pela revista ‘The Economist’, no Rio. (Colaborou Glauber Gonçalves)
por João Carlos de Faria
Fonte: Blogs.Estadão

Toyota Pixis Epoch é lançado no Japão, carro faz 30 km/l

13/05/2012 Carros do Álvaro — Derivado do Daihatsu Conte, Pixis Epoch tem motor 0.6 de 51 cv e ainda pode ser equipado com tração integral.
A Toyota lançou no Japão o Pixis Epoch, um carrinho baseado na plataforma do Daihatsu Conte que é bem curioso e muito econômico. Segundo a marca, o key car carrega um motor de 0.6 litros com potência na casa dos 51 cv acoplado a uma transmissão do tipo CVT e consegue percorrer até 30 km por litro de gasolina.

Embora pequeno – suas medidas são de 3,39 m de comprimento, 1,47 m de altura e 1,50 m de largura – a montadora afirma que o veículo, que pesa apenas 730 kg, oferece muito espaço para quatro adultos.

Naquele mercado, o Toyota Pixis Epoch será oferecido em sete versões diferentes e, por incrível que pareça, três delas estarão equipadas com sistema de tração 4WD (integral). Por lá ele enfrentará a concorrência de modelos como Suzuki Alto, Honda Life e Mazda Carol. Seus preços começam em 795 mil ienes (aproximadamente R$ 19,5 mil sem os impostos brasileiros).
Fonte: Carros.iG

BMW lança novo Série 3 em junho com preços à partir de R$ 175.000

13/05/2012 Carros do Álvaro — Novo BMW Série 3 chega em junho com preço menor que o previsto.

Apesar das incertezas do mercado, fabricantes e importadores de veículos mantêm o pé no acelerador e prometem muitas novidades até agosto, algumas até com preço menor do que o anunciado anteriormente.

Um exemplo é a nova geração do BMW Série 3, que chega às lojas no final de junho. Em dezembro de 2011, a marca informou que os preços da primeira leva começariam em R$ 198 mil. Agora, os valores foram revistos.

"Os preços deverão girar entre R$ 175 mil para as versões mais simples e R$ 213 mil no caso das mais completas", diz Henning Dornbusch, presidente do BMW Group Brasil.

Rever preços sempre é uma tarefa complicada, mas a necessidade de retomar o ritmo das vendas se impõe.

"A previsão de crescimento foi revista após o anúncio do Governo referente ao aumento do IPI [Imposto sobre Produtos Industrializados]. O desempenho de vendas deverá registrar queda de aproximadamente 30% em 2012", afirma Henning.

O Novo Série 3 chegará primeiro na versão 328i, com motor 2.0 turbo (245 cv). Haverá três configurações diferentes -Sport, Modern e Luxury. Logo depois virá o 335i, com motor seis cilindros turbo (306 cv). O preço ultrapassará os R$ 300 mil.

A versão 320i será lançada até o fim de 2012 e deverá ter o mesmo motor 1.6 turbo do Série 1. O preço ficará próximo de R$ 120 mil. O BMW concorrerá com o Audi A4 2013, que acaba de chegar às lojas. O carro foi remodelado, recebeu novos equipamentos e custa a partir de R$ 149,7 mil (2.0 TFSI, 180 cv).


Fonte: Folha.com

Comparativo por enquete: Versa x Cobalt x Grand Siena x Logan

13/05/2012 Carros do Álvaro — Pesquisa sobre sedãs compactos genéricos recém-lançados no mercado brasileiro, indica modelo da Nissan como vencedor, com 3.295 votos. Chevrolet Cobalt fica em segundo.
O Nissan Versa foi considerado o carro com o melhor design entre os sedãs compactos lançados há poucos meses no mercado brasileiro em enquete encerrada esta semana. O modelo recebeu 3.295 votos (49,53% do total apurado), ficando à frente do Chevrolet Cobalt, segundo colocado, que obteve 1.884 votos (28,32%). Em terceiro ficou o Fiat Grand Siena (1.245 votos ou 18,72%).
O lanterninha foi o Renault Logan (228 votos ou 3,43%) – apesar de ser vendido no mercado brasileiro há alguns anos, o modelo da marca de origem francesa teve seu nome incluído na consulta por ter sido o primeiro representante desse novo segmento de modelos três volumes genéricos, espaçosos e de preços mais acessíveis. A pesquisa teve um total de 6.652 votantes. Versa, Cobalt e Siena foram escolhidos por ostentar atributos como design atraente, oferta de equipamentos e espaço interno. Apesar de ter recebido o menor número de votos, o Logan foi lembrado exclusivamente pelo seu aspecto prático, com apelos como espaço, economia e preço. Resultado da enquete:

1) Nissan Versa – 3.295 votos (49,53%)

2) Chevrolet Cobalt – 1.884 votos (28,32%)

3) Fiat Grand Siena – 1.245 votos (18,72%)

4) Renault Logan – 228 votos (3,43%)

Fonte: Carsale

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