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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Resultado das vendas de sedãs compactos em março no Brasil

09/04/2012 Carros do Álvaro — Sedãs compactos: confira os resultados finais de março.


O que dizer de um modelo que consegue vender mais do que os quatro adversários mais próximos juntos? Pois bem, esta foi a (excelente) situação enfrentada pelo Cobalt em março.

O modelo da Chevrolet, lançado no último trimestre do ano passado, registrou seu novo recorde de vendas no país (6.062) – 2,4 mil unidades a mais do que em fevereiro – e não deu chances aos concorrentes. De quebra garantiu lugar no top 10 geral do mercado e assumiu o 3º lugar entre os modelos da marca norte-americana.

Confira os resultados finais de março:

Sedãs compactos

Ranking geral

1. Chevrolet Cobalt 6.062
2. Nissan Versa – 2.095
3. Honda City – 1.884
4. VW Polo 892
5. Ford New Fiesta Sedan – 795
6. Peugeot 207 Sedan – 732
7. JAC J3 Turin – 683
8. Renault Symbol – 507
9. Nissan Tiida Sedan – 91
10. Chery Cielo Sedan – 35
11. Chevrolet Astra Sedan – 17

Subiram (2012/2011) ↑
• JAC J3 Turin +421,37%
• Renault Symbol +4,97%

Desceram (2012/2011) ↓
• Chevrolet Astra Sedan -95,61%
• Nissan Tiida Sedan -86,85%
• Peugeot 207 Passion -48,85%
• Honda City -33,57%
• Chery Cielo Sedan -25,53%
• VW Polo Sedan -22,10%

Observações: Chevrolet Cobalt e Nissan Versa não eram comercializados em março de 2011. Já as vendas do Ford New Fiesta eram somadas pela Fenabrave às do Ford Fiesta, não sendo possível separá-las por versão.
Fonte: Fenabrave - Via: Carplace

Novo Mercedes-Benz Classe A pode ser produzido no Brasil

09/04/2012 Carros do Álvaro — Hatch da Mercedes-Benz e derivados deverão equilibrar valores pagos com impostos de importação pela marca.

Parece que, com a definição do novo regime automotivo brasileiro, as marcas chamadas "premium" começaram a mover suas peças e a movimentar o jogo no tabuleiro. Pelo menos é o que deu a entender uma fonte ligada a Mercedes-Benz ouvida pelo Blogauto.

De acordo com o site, na antiga fábrica onde era montado o cupê CLC e o Classe A em sua fase “monovolume”, deverá entrar em produção não só o novo hatch apresentado no Salão de Genebra de 2012, como também um cupê de quatro portas médio, uma shooting break (perua com apelo esportivo) e um crossover compacto.

O objetivo é equilibrar os valores pagos com os impostos de importação dos veículos de maior porte da marca, com a nacionalização da família de compactos (médios para os nossos padrões). Como já foi anunciado, o hatch deve chegar já em 2013 com preços entre R$ 90 mil e R$ 120 mil e provavelmente será oferecido no mercado brasileiro com motores com potência entre 156 cv e 211 cv, assim como seus rivais BMW Série 1 e Audi A3.

Fonte disponível no(a): Carros.iG.com.br

Ford lança Novo Fusion no Brasil no segundo semestre de 2012

09/04/2012 Carros do Álvaro — Ford confirma chegada do sedã ao país com motor 1.6 EcoBoost e uma série de itens sofisticados.
A Ford confirma a chegada da nova geração do sedã Fusion ao mercado brasileiro no segundo semestre (provavelmente em setembro, segundo apurou a reportagem do Carsale) com motor 1.6 EcoBoost de 179 cavalos e 23,8 kgfm de torque acoplado ao câmbio automático de seis marchas. Pela primeira vez, o carro será equipado com sistema Auto Start Stop, que desliga do motor quando o sedã estiver parado, tornando a ligá-lo automaticamente assim que o pedal de freio deixar de ser acionado. Como isso, a fabricante estima uma economia de US$ 1.100 num período de cinco anos na comparação com outros sedãs da categoria.

Um estudo feito pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos estima que os congestionamentos representaram um consumo extra de 7,19 bilhões de litros em 2011, aproximadamente 5% de toda a gasolina usada no país. Algumas regiões da América estudam leis para inibir o excesso de uso do motor em ponto morto. "O veículo em ponto morto consome energia sem produzir nenhum trabalho", diz Birgit Sorgenfrei, gerente do programa Auto Start-Stop da Ford. "E também gera emissões de gases em um espaço concentrado, que podem afetar a qualidade do ar."
Entre outros dispositivos eletrônicos, o novo Fusion terá sensores e câmeras que detectam se o carro muda de faixa na pista de maneira perigosa e adverte o motorista com uma vibração no volante. Além disso, com ajuda de um radar, outro sistema mantém uma distância constante do veículo que segue à frente quando o controlador de velocidade de cruzeiro (“piloto automático “) for acionado. Outra novidade é que , ao captar qualquer sinal de colisão iminente, o freio recebe uma pressão extra automaticamente, evitando um acidente.

A lista de equipamentos eletrônicos também inclui o “Active Park Assist”, que ajuda estacionar o carro, “medindo” o tamanho da vaga e movendo o volante sozinho, deixando apenas os comandos do câmbio, freio e acelerador com o motorista. Há também o sistema que percebe que algum veículo segue ao lado e avisa, por meio de luzes próximas aos retrovisores, qual o melhor momento de mudar de faixa sem correr o risco de causar um acidente. Comandos por voz e tela central do tipo “touch screen” também fazem parte dos equipamentos hi-tech do sedã da marca norte-americana.
Com 4,87 metros de comprimento (+3 cm em relação ao atual) e 2,85 metros de entreeixos (+22 cm maior que o modelo anterior), o novo Fusion conta com mais espaço e conforto para os ocupantes. Além disso, o carro ganhou uma estrutura mais sólida, com rigidez torcional 10% maior, o que ajuda no trabalho da suspensão, com eixo do tipo multilink nas rodas traseiras. Tanto por fora quanto por dentro, outro destaque fica por conta do desenho arrojado e com detalhes sofisticados, como o grupo ótico com LEDS no lugar das lâmpadas convencionais. A silhueta que lembra a de um cupê, completa o visual com apelo esportivo.

A Ford vai fabricar a nova geração do Fusion em Hermosillo (México). Mas anúncio do investimento de US$ 1,3 bilhão na unidade de produção no México, porém, coloca em risco a fábrica em Flat Rock, no estado de Michigan (EUA), que opera atualmente bem abaixo da capacidade. Existia a esperança de que a versão híbrida do novo Fusion pudesse ser feita nos Estados Unidos, mas tudo indica que essa hipótese está descartada.
Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br

BMW chama Série 5 e 6 de 2003 a 2010 para recall no Brasil

09/04/2012 Carros do Álvaro — Problema está na fixação do cabo da bateria com o assoalho.
A BMW convocou no Brasil 1.834 unidades dos modelos Série 5 e Série 6, fabricados entre 2003 e 2010, por conta de um problema na montagem do cabo da bateria. O recall faz parte de uma campanha global da BMW, que convocou 1,3 milhão de unidades no mundo todo.

Segundo comunicado da montadora alemã, o defeito estaria no ponto de fixação do conector do cabo da bateria com o assoalho do veículo, localizado no porta-malas. Com a má fixação pode ocorrer falha no fornecimento de energia para alguns componentes eletrônicos. Em casos extremos, pode haver superaquecimento e incêndio.

Os proprietários podem realizar a inspeção a partir do dia 2 de maio em qualquer concessionária da marca e, se preciso, a capa protetora que recobre o ponto de fixação será trocada.


Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone 0800 707-3578 ou pelo site oficial.

Confira os chassis envolvidos no recall:

Série 5: B077632 a CX18425
Série 5 Security: RA17500 a RA27108
Série 6: B200649 a CV56304
Fonte: BMW - Via: QuatroRodas.abril.com.br

Chinesa Geely investirá US$ 11 bi na Volvo

09/04/2012 Carros do Álvaro — Chineses querem recuperar prestígio da marca sueca.
A Geely vai investir 11 bilhões de dólares na Volvo, mais precisamente no desenvolvimento de novos produtos e na ampliação da capacidade produtiva de suas fábricas nos próximos anos.

Nesta segunda-feira, 9 de abril, a revista alemã Wirtschaftswoche confirmou que o aporte financeiro será concedido pela Geely, atual proprietária da Volvo. No entanto, a própria Volvo garantiu que o dinheiro veio da própria marca escandinava. “Não é a Geely que está investindo 11 bilhões de dólares”, declarou o porta-voz da Volvo, Per-Ake Froberg.

Em entrevista concedida à agência de notícias Reuters em fevereiro, o CEO da Volvo, Stefan Jacoby, afirmou que um investimento de 10 a 11 bilhões de dólares com duração prevista de cinco anos poderia resultar na construção de novas fábricas e no lançamento de novos produtos na China. As medidas seriam determinantes no objetivo de dobrar as vendas em dez anos, atingindo o volume de 800 mil unidades comercializadas. A Volvo planeja conquistar 20% do mercado de carros de luxo na China até 2015.

De acordo com a Wirtschaftswoche, o presidente da Geely, Li Shufu, teria afirmado que a Volvo aplicaria o dinheiro na construção de uma nova fábrica de motores, na criação de novas pesquisas e no desenvolvimento de novos motores e tecnologias para veículos elétricos. “Queremos reviver a Volvo e devolver à marca sua força de outrora”, disse Shifu à publicação alemã.

Além de investir na marca Volvo, a Geely pretende lançar uma nova marca premium para o mercado chinês. A empresa aproveitaria as tecnologias da Volvo, mas a futura montadora seria posicionada abaixo da Geely Automotive.
Fonte disponível no(a): QuatroRodas.abril.com.br

Kia Optima 2012 chega ao Brasil - lançamento

09/04/2012 Carros do Álvaro — Novo Kia Optima chega ao Brasil.

Completamente novo, o Optima é um símbolo da contínua transformação de design pela qual a Kia tem passado. De desenho inédito e deslumbrante, com destaque para o perfil dinâmico que transmite elegância e confiança por todos os ângulos, o Optima será comercializado em duas versões, por R$ 96,9 mil e R$ 105,9 mil, esta com teto solar panorâmico, chave Smart Key e faróis de xenon. Saiba muito mais sobre essa novidade agora!



Confira o vídeo abaixo:
Fonte disponível no(a): MecanicaOnline 

Chery Celer chega em setembro no Brasil

09/04/2012 Carros do Álvaro — Modelo foi apresentado durante o Salão do Automóvel de 2010 e chegará nas versões hatch e sedã.
O vice-presidente da Chery Automobile do Brasil, Luís Curi, confirmou à reportagem do site Carsale a chegada do novo Celer, no próximo mês de setembro. O modelo foi apresentado oficialmente durante o Salão de São Paulo de 2010, mas com o nome de Fulwin 2 e estava previsto para janeiro deste ano, porém, por conta das mudanças causadas pelo aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) o seu lançamento foi adiado.

De acordo com o executivo, o Celer chegará nas versões hatch e sedã, ambas com motor 1.5 bicombustível. A segunda carroceria entrará para ser concorrente direto de modelos que estão com bons números de venda, como o Chevrolet Cobalt, Renault Logan e Nissan Versa. “Traremos mais uma opção com apelo popular. Acredito que assim iremos oferecer uma boa gama de produtos para disputar no principal segmento do mercado brasileiro”, afirmou o executivo, que garantiu que ainda não há um preço definido, mas que deve ficar abaixo dos R$ 40.000.
Novos investimentos

Com a divulgação do regime automotivo, na semana passada, a Chery atualizou seu cronograma de investimentos para o Brasil. Sem citar o montante, o vice-presidente da montadora chinesa afirmou que a marca construirá, dois anos após a conclusão da fábrica de Jacareí (SP), um centro de desenvolvimento e pesquisa, além de um campo de provas.

Além disso, no ano que vem haverá também a ampliação da rede de concessionários. “Atualmente, temos uma rede de 105 concessionários, espalhados pelos 27 estados brasileiros. No ano que vem, a ideia é abrir pelo menos mais 50 lojas, a maioria no Nordeste”, garantiu Curi.
Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br

Chevrolet Cruze Sport6 é lançado - confira os detalhes

09/04/2012 Carros do Álvaro — Versão hatchback do modelo estreia nas versões LT e LTZ, com mesmo motor e câmbio do três volumes.Sete meses após a chegada do sedã Chevrolet Cruze, a GM lança a variante hatchback do modelo, que inclusive foi batizada com um sobrenome próprio: Sport6. Assim como o irmão três volumes, a novidade é oferecida em duas versões, a LT e LTZ, ambas equipadas com o já conhecido motor 1.8 Ecotec6, apto a entregar 140 cavalos, com etanol e 144 cv, utilizado gasolina, ambos aos 6.300 rpm As opções de transmissão também são iguais, ou seja, manual ou automática de seis velocidades.

Comparado aos seus rivais, nota-se que o preço do Cruze Sport6 está mais “salgado”. E esse foi um ponto comentado pela fabricante no início da apresentação do produto. “No segmento em que competiremos, não vamos participar com versões de entrada”, enfatizou o vice-presidente da General Motors do Brasil, Marcos Munhoz. Traduzindo em miúdos, isso quer dizer que a proposta do Cruze Sport6 é oferecer um pacote de série “recheado” mesmo em sua versão de entrada.

Confira abaixo preço e equipamentos de cada uma das versões.

LT manual – R$ 64.900

Modelo de entrada da gama, o hatch traz de série airbags frontais e laterais, controle de estabilidade (ESP), controle de tração, sistema de freios anti-blocante (ABS) com distribuição eletrônica de frenagem (EBD), sistema de fixação de cadeirinhas Isofix, rodas de alumínio de 17 polegadas, ar-condicionado, computador de bordo, direção elétrica progressiva, retrovisor interno eletrocrômico, retrovisores externos elétricos com desembaçador, vidros elétricos, volante multifuncional, piloto automático, viva-voz via Bluetooth, CD Player com MP3 e entradas USB e auxiliar e faróis e lanterna de neblina. A transmissão é manual de seis velocidades.

LT automático – R$ 69.900

Além dos equipamentos do modelo acima, conta ainda com sensor de chuva e revestimentos dos bancos em couro. A transmissão é automática de seis marchas.

LTZ manual – R$ 77.400

Vem de série com a mesma “lista” da versão LT, incluindo ainda airbags laterais (de cortina), retrovisores externos com rebatimento elétrico, sensor crepuscular, maçanetas externas cromadas, sensor de aproximação para portas dianteiras (Passive Entry), roda de alumínio de 17 polegadas com design exclusivo da versão, sensor de estacionamento traseiro, botão de partida start-stop, tela de LCD de sete polegadas com GPS integrado, teto-solar elétrico e acabamento interno em couro preto. A transmissão é manual de seis velocidades.

LTZ automática – R$ 79.400

É equipada com o mesmo conteúdo da LTZ, sendo o câmbio automático de seis marchas.

Líder, por enquanto, não

A expectativa da GM é de comercializar cerca de 13 mil unidades do Cruze Sport6 ao ano. Acredita-se que o mix será de 70% referente a veículos equipados com câmbio automático e 30% com a transmissão manual. Ao divulgar este volume estimado, a GM já deixa nas entrelinhas um fato: o Cruze Sport6 não chega com o objetivo de ser líder entre os hatches considerados premium.

Para se ter uma ideia, o modelo mais vendido do segmento é o i30, que em 2011 foi responsável por 35.717 emplacamentos – uma média de 2.976 unidades ao mês. Somente em março deste ano foram emplacados 1.789 unidades do modelo. E como o coreano passará por uma renovação ainda em 2012, acredita-se que as vendas possam aumentar ainda mais. A segunda posição neste ranking é ocupada pelo Ford Focus, que somou 27.611 unidades ao longo de 2011. Já a terceira era do extinto e bem-sucedido Chevrolet Astra, que no mesmo período chegou a 21.554 emplacamentos – quase o dobro do volume almejado pelo novo hatch.

Pelo menos por enquanto, com essa expectativa, o lançamento da Chevrolet ficará no mesmo patamar do defasado Volkswagen Golf de quarta geração e do Fiat Bravo, também tido como ruim de loja. Isso sem contar que, no terreno dos hatches premium, temos o recém-lançado Peugeot 308 e, para 2013, aguarda-se a chegada da nova geração do Focus.
Primeiras impressões

Dê mais uma olhada na imagem acima e responda rápido: o que muda no visual da dianteira do novo hatch em relação ao irmão sedã? De imediato, pode ser difícil identificar as particularidades, já que são discretas. Mas o Sport6 traz de diferente os detalhes cromados em volta das luzes de neblina, a grade inferior em forma de colméia e para-choque com desenho mais aerodinâmico, tudo para insinuar esportividade.

Por dentro, a versão avaliada contava com bancos de couro e um ambiente igual ao do sedã, ou seja, bem acabado. A primeira sensação ao sentar no banco do motorista é de conforto, já que o assento envolve o condutor, passando a sensação de ser “abraçado”. O que pode incomodar é questão da regulagem do volante, que assim como no sedã fica em uma posição muito baixa, mesmo quando ajustado na posição mais alta.

Rodar com o novo hatch é agradável. O motor responde bem e, na estrada, mostrou bom desempenho. Embora o breve teste tenha sido feito na maior parte do tempo em trechos de reta, em uma situação de curva acentuada o veículo mostrou que também sabe como se sair bem. Estável e confortável a suspensão do Sport6 possui bom acerto. Já o câmbio manual também merece ponto positivo. As relações curtas somadas aos engates precisos fazem uma boa dupla. Não tivemos a oportunidade de avaliar o modelo com câmbio manual.
Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br

Chevrolet Volt terá produção retomada antes do previsto

09/04/2012 Carros do Álvaro — Bom volume emplacado em março fará com que montadora antecipe reativação da linha de produção em Detroit.


No início de março, a GM anunciou que suspenderia a produção do Chevrolet Volt entre os dias 19 de março e 23 de abril, motivada principalmente pelas vendas decepcionantes do modelo elétrico. Só que o resultado de março provocará uma mudança nos planos da montadora norte-americana. A GM cogita retomar a linha de produção em Detroit nos próximos dias e já trabalha com uma expectativa de aumentar as vendas do Volt em 30% nos próximos meses, depois que o elétrico emplacou 2.289 unidades no mês passado – melhor resultado desde dezembro, quando haviam sido comercializados 1.529 exemplares do carro.

Em entrevista à rádio Bloomberg, o CEO da GM Dan Akerson afirmou que já trabalha com a meta de emplacar 3 mil unidades mensais do Volt nos próximos meses. O principal motivo para o fiasco recente das vendas do Volt foi a polêmica envolvendo incêndios em algumas unidades testadas pela NHTSA, principal agência de segurança viária dos EUA. A GM solucionou o problema ao criar uma estrutura de reforço do aço que cerca o pack de baterias do Volt, evitando que possíveis colisões causem furos e possam desencadear incêndios.

No ano passado, a GM vendeu 7.671 unidades do sedã elétrico de autonomia estendida, volume bem abaixo de sua meta original de 10 mil carros. Em janeiro deste ano, o modelo emplacou apenas 603 unidades, mas já demonstrou uma certa recuperação em fevereiro, quando emplacou 1.023 exemplares. O Chevrolet Volt custa US$ 39.995, antes de um crédito fiscal concedido pelo governo norte-americano de US$ 7.500. Neste caso, o elétrico sai por US$ 32.495. Os principais rivais do carro nos Estados Unidos são Nissan Leaf e Ford Focus Electric.

Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Ford revela Novo EcoSport na Bahia no dia 22

09/04/2012 Carros do Álvaro — O evento acontecerá no Farol da Barra e terá um show de Carlinhos Brown e da Timbalada.Depois de correr para fazer a “avant-première” do novo EcoSport, a Ford se preparou com mais calma para a apresentação da versão de produção do utilitário compacto. Para marcar o evento, a Ford organizou um show de Carlinhos Brown e da Timbalada, que acontecerá no Farol da Barra, em Salvador, no dia 22 deste mês.

Ao todo, segundo o jornal Correio da Bahia, 150 jornalistas serão convidados para o lançamento. No mesmo dia, um evento na Índia marcará a apresentação do “Eco” de produção. Para divulgar o modelo, um protótipo foi exibido em vários shoppings da Índia, porém no Brasil a Ford adotou uma campanha menos agressiva, limitada à criação de um hotsite para o utilitário.

Em janeiro, a Ford organizou um evento às pressas onde foi exibida a versão conceitual do EcoSport, uma maquete de fibra de vidro e acrílico. A apresentação se fez necessária porque a chegada do Renault Duster evidenciou a defasagem da primeira geração da versão SUV do Fiesta.
Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Acura NSX versão roadster em 'Os Vingadores'

09/04/2012 Carros do Álvaro — Agora em versão sem teto fixo, modelo será usado pelo Homem de Ferro, interpretado por Robert Downey Jr.













Acura NSX roadster (foto divulgação)

Um dos filmes mais aguardados deste ano é sem sombras de dúvida “Os Vingadores” (The Avengers), que reúne alguns dos personagens mais famosos dos estúdios Marvel, como Thor, Capitão America, Hulk e Viúva Negra, mas com certeza o que deve chamar atenção nas telonas do cinema é a participação mais que especial de outro conceito do Acura NSX, mostrado durante o Salão de Detroit de 2012.

Desta vez o modelo perdeu o teto e virou um roadster, que será usado pelo personagem Tony Stark – o Homem de Ferro – interpretado por Robert Downey Jr.

De acordo com a divisão de luxo da Honda, essa nova versão foi desenvolvida especialmente para o filme e não há planos para produção em série, mas não é bem assim que as coisas devem funcionar, visto que a marca patenteou o desenho do esportivo.

News Press

Acura MDX S.H.I.E.L.D. também marcará presença na trama

Outros carros personagens do filme

Além do NSX roadster, a Acura disponibilizou outros modelos para participarem das gravações de "Os Vingadores", como o crossover MDX, o sport coupé ZDX, o sedã TL e o recém-lançado RDX – primo da nova geração do Honda CR-V - esse último ganhou até um comercial com cenas do filme, veja abaixo:

Fonte disponível no(a): Carros.iG.com.br

Dodge Dart 2013 terá carregador de celular sem fio

09/04/2012 Carros do Álvaro — Novidade para celulares utiliza tecnologia wireless e será lançada junto ao novo Dodge Dart em 2013.Esqueça aquela história de carregadores para carros. A Chrysler acaba de divulgar a solução para o problema dos celulares com a bateria “na reserva”. Um carregador sem fio foi apresentado pela primeira vez graças a união entre a montadora norte-americana e a Mopar, principal auxiliar da marca para os assuntos de personalização e tecnologia.

A novidade funciona com um dispositivo no console central do carro. Após acionar o motor do veículo, o aparelho celular começa a receber carga de um sistema wireless (tecnologia sem fio) ao ser posicionado em um compartimento próprio.

Segundo a Chrysler, o carregador sem fio estreará junto com o novo Dodge Dart, que chega às concessionárias internacionais em 2013 (ainda não há informações sobre a venda do sedã no Brasil). A novidade custará US$ 199,99 (R$ 360, sem impostos).
Fonte disponível no(a): Carros.iG.com.br

Subaru Legacy 2013 será mostrado no Salão de Pequim

09/04/2012 Carros do Álvaro — Subaru Legacy 2013.
A Subaru anunciou a chegada da versão 2013 do modelo Legacy, que será apresentado durante o Salão de Pequim, mês que vem. Segundo a montadora, o modelo chega com “modificações extensas”, acima daquelas típicas atualizações que os carros recebem anualmente.


Trabalhadores alemães podem barrar fábrica da Audi no México

09/04/2012 Carros do Álvaro — Audi: alemães podem barrar fábrica no México.













Representantes dos trabalhadores das montadoras Volkswagen e Audi da Alemanha disseram na sexta-feira, 6, que exigirão o compromisso das empresas assegurarem os empregos dos metalúrgicos nas duas fábricas da Audi na Alemanha, antes de concordarem com a construção de uma fábrica de automóveis Audi na América do Norte, que possivelmente será no México.

“Compromissos substanciais precisam ser feitos a respeito dos trabalhadores das fábricas de Ingolstadt e Neckarsulm, antes que a junta de dirigentes da Audi possa apresentar a decisão à junta de supervisores”, disseram o chefe sindical da Volkswagen, Bernd Osterloch, e seu colega da Audi, Peter Mosch, em comunicado conjunto.

Os sindicalistas representam metade das cadeiras na junta de supervisores da Volkswagen e da Audi, sua maior fonte de lucros. Eles podem bloquear importantes decisões da empresa.

Osterloch e Mosch disseram que seus delegados só votarão a favor da construção de uma fábrica na América do Norte se as demandas “do conselho dos trabalhadores e do IG Metall (sindicato de metalúrgicos alemães) forem 100% atendidas”.

Em 1º de março, o executivo-chefe da Audi, Rupert Stadler, disse que a montadora tomará a decisão sobre onde a fábrica será construída e qual modelo de carro produzirá até junho. Começar a produzir na América do Norte é um passo crucial para os planos da Audi superar sua rival alemã BMW como maior produtora de carros de luxo do mundo.

A revista alemã Der Spiegel reportou nesta sexta-feira que a Audi planeja fabricar o modelo Q5 em uma nova fábrica no México a partir de 2015. Uma decisão final poderá ser tomada quando a junta de supervisores da Volkswagen se reunir em 18 de abril.
Fonte disponível no(a): Blogs.Estadao.com.br

Workshop promove interação entre profissionais

09/04/2012 Carros do Álvaro — Executivos têm oportunidade para novos negócios.Uma das novidades do III Fórum da Indústria Automobilística, promovido por Automotive Business, nesta segunda-feira, 9, no Golden Hall do WTC, em São Paulo, foi o Workshop Cadeia de Suprimentos, que reuniu cerca de 60 representantes de compras e engenharia das montadoras, que tiveram a chance de interagir com profissionais da cadeia de suprimentos.

“Essa é uma oportunidade ímpar para empresas que desejam se posicionar de forma transparente no mercado”, ressaltou Walther Petris, diretor de negócios da Rudolph.

Renato Dias, gerente comercial da TKM, acredita que a realização do Workshop contribuiu para reforçar a presença dos participantes no Fórum, com aproximadamente 900 pessoas. “Ele instigou, sem dúvida, a curiosidade dos empresários e foi um dos grandes diferenciais do evento”, frisa.

O diretor comercial da Wahler, Nelson Rovay, confirma: “O momento é de muitas incertezas acerca da indústria automobilística. O Workshop, no entanto, serviu para abrirmos novos caminhos”.

Se por um lado ele contribuiu para possíveis novos negócios, por outro, serviu para discutir novas tecnologias. Alberto Rejman, diretor executivo de engenharia de produto da General Motors, avalia: “Eventos que analisam a indústria automobilística e, sobretudo, promovem a interação entre todas as suas partes são sempre bem-vindos. Aproveitei a chance para me interar sobre novas tecnologias e, principalmente, conhecer alternativas que nos permitam produzir localmente”.

Um dos estandes mais movimentados do workshop foi o da Chery (foto). Alexsandro Godoy de Paula, que gerencia as áreas de logística, compras e importação da newcomer revela o que causou o frisson: “A maioria dos executivos nos questionou como será a atuação da Chery após a instalação da nossa fábrica, em Jacareí, São Paulo. Asseguramos que a produção de veículos completos e preços competitivos vão continuar, mesmo com as mudanças no setor. Uma prova é que produziremos motores e transmissões em 2014 no País. Fora isso, estabelecemos vários contatos, os quais nos deixaram ainda mais otimistas”.
Fonte disponível no(a): AutomotiveBusiness.com.br

Carros brasileiros feitos com peças brasileiras, resume presidente do Sindipeças

09/04/2012 Carros do Álvaro — Paulo Butori aguarda aumento de itens regionais.
Carros brasileiros feitos com peças brasileiras. Paulo Butori, presidente do Sindipeças, resumiu dessa forma o desejo da indústria brasileira de autopeças diante da perspectiva da adoção das medidas anunciadas pelo governo brasileiro em favor da indústria automobilística. Os pontos estão contidos na Medida Provisória 563 e no decreto 776, mas ainda não foram publicados em detalhes. “É preciso estar atento à redação das medidas, nos detalhes e na interpretação que será dada”, alerta Butori.

O presidente do Sindipeças acredita que deverá aumentar o índice de conteúdo regional nos veículos produzidos entre os países do Mercosul. “O governo está preocupado com a indústria”, diz. Mas ele alerta para a necessidade de uniformização das medidas brasileiras nos demais parceiros – Argentina, Paraguai e Uruguai. Isso significa que os percentuais estabelecidos no novo regime automotivo brasileiro deveriam ser implantados em todos os países. Na avaliação do presidente do Sindipeças, a regionalidade fomentaria a geração de emprego e de renda, gerando um círculo virtuoso. O novo regime poderá ajustar a produção de autopeças em favor dos fabricantes regionais.

Butori lembra que existe um mecanismo de comércio internacional adotado na região do Mercosul que tem favorecido a importação de veículos prontos, tirando dessa forma a oportunidade do parque industrial de autopeças instalado de realizar negócios. Em resumo, o drawback intramercosul permite que se importem veículos de um país-membro da aliança comercial, exportando imediatamente para os vizinhos como se fosse produto do Mercosul. Esse volume entre Brasil e Argentina chega, ao ano, a 820 mil veículos – metade de cada lado da fronteira. Para o Sindipeças, a adoção das regras do novo regime brasileiro em todos os países beneficiaria as economias locais, por intermédio da expansão das vendas de componentes.

Mesmo sem a publicação final do novo regime automotivo, o presidente do Sindipeças comemorou o pacote de desoneração da folha de pagamento das empresas do setor. O impacto dos salários e seus encargos é de 26,4% dos custos do setor. A desoneração é, segundo Butori, uma luta antiga do Sindipeças intensificada logo após o sinal positivo emitido pelo governo, em setembro de 2011, informando que o assunto estava em discussão. Butori diz que essa desoneração deve ser aproveitada para a realização de investimentos no parque industrial, melhorando a capacidade e o capital de giro, ampliando as condições de competitividade. “Precisamos estar prontos para atender ao mercado de 5 milhões de unidades estimado para 2017”, afirma.

Setor ocioso

Paulo Butori aproveitou para deixar claro à indústria fabricante de veículos que o setor produtor de autopeças está preparado para acompanhar o ritmo de crescimento traçado. O presidente do Sindipeças informa que há ociosidade na indústria de componentes, o que torna mais fácil acompanhar a expansão traçada nas previsões das montadoras. “Até 2017, o índice de compras de peças feitas no Brasil poderá chegar a 45%, mais que o dobro do atual”, estima.

O plano de incentivo ao setor de autopeças, que estaria sendo preparado pelo governo federal, anima ainda mais o Sindipeças. Mesmo sem conhecer detalhes, Butori acredita que virão benefícios importantes para o setor. Ele aponta a presença de cinco representantes no Conselho de Competitividade da Indústria Automobilística como um passo importante para o setor porque os fabricantes de autopeças estarão no centro das discussões sobre as medidas para toda a indústria automotiva.

Para Butori, o apoio do governo federal deve ir muito além da criação de linhas de crédito pelo BNDES. Mesmo com avanços, existem alguns setores, segundo o presidente do Sindipeças, que precisam de incentivos. Resolver problemas logísticos, reformar a legislação tributária e melhorar ainda mais a formação básica da mão de obra brasileira são três pontos que ele indica como prioritários. “Tem mais uns dez além desses”, diz. O financiamento do BNDES é bem-vindo, mas, de acordo com ele, ainda é inacessível para uma boa parte da indústria do setor. “É preciso rever as barreiras existentes para acesso ao financiamento público”, afirma.

De sua parte, o Sindipeças tem buscado ser a porta de entrada para a nacionalização da produção dos novos fabricantes de veículos. A Chery já realizou uma feira dentro da entidade para mostrar o que pretende comprar do Brasil e a DAF segue em conversações e estudos com os associados da entidade. Mesmo ciente de que a mão de obra brasileira é, em muitos casos, mais cara 65% com relação a outros países, Butori vê o aumento da nacionalização de autopeças como um processo positivo. “A tendência é aumentar a produção de peças brasileiras”, afirma.
Fonte disponível no(a): AutomotiveBusiness.com.br

Chrysler e Jeep homenageiam o Ano do Dragão na China

09/04/2012 Carros do Álvaro — Modelos com acabamento luxuoso evocam a extravagância representada pela criatura do zodíaco chinês.
O Ano do Dragão tem recebido tratamento especial por parte das montadoras premium, que estão de olho na demanda crescente por veículos de categorias superiores na China. Depois das inglesas Rolls-Royce e Aston Martin, é a vez das norte-americanas Chrysler e Jeep mostrarem edições especiais com o símbolo chinês do orgulho e da extravagância. O Salão de Pequim, que começa no próximo dia 23, terá dois conceitos das marcas relacionados à crença oriental.

Ainda não há muitos detalhes, mas os modelos serão versões conceituais do sedã Chrysler 300C e do utilitário esportivo Jeep Wrangler e poderão chegar ao mercado chinês em breve. Ambos terão acabamento luxuoso, com revestimentos em couro e detalhes cromados. Outro destaque ficará por conta das grandes rodas pretas com acabamento dourado. E, claro, há ainda um imenso dragão pintado na carroceria, além de reproduções da criatura mitológica por todo o interior. Por enquanto, as marcas do Grupo Fiat revelaram apenas os teasers que ilustram esta página.
Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Jeep acerta patrocínio com o Juventus da Itália

09/04/2012 Carros do Álvaro  Marca norte-americana pagará R$ 84 milhões ao clube por três temporadas.
Em uma ação cada vez mais rara depois que a crise financeira se generalizou na Europa, a Jeep fechou um contrato de patrocínio com o clube italiano de futebol Juventus, para as próximas três temporadas. O valor total do patrocínio foi fixado em 35 milhões de euros (R$ 84 milhões) para as três temporadas, além do fornecimento de veículos para jogadores e dirigentes do time. A marca Jeep será exposta nos uniformes a partir da próxima temporada.

O patrocínio faz parte da nova investida da Jeep no mercado europeu, especialmente na Itália. Desde a formação de uma aliança entre o Grupo Chrysler e a Fiat, em 2009, o país aparece como uma das prioridades da marca norte-americana. Com o controle total assumido pela Fiat no ano passado, a Jeep aumentou ainda mais sua presença no mercado italiano. Um novo utilitário compacto da Jeep, que deve ser lançado em 2014, será produzido no país, compartilhando plataforma com modelos de outras marcas do Grupo Fiat.
Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

GM lança Cruze Sport 6 para atrair novos consumidores

09/04/2012 Carros do Álvaro — Companhia espera vendas anuais de 13 mil unidades do hatchback.

A General Motors começa a vender este mês o Cruze Sport 6, versão hatchback do modelo global da Chevrolet. A novidade chega para brigar entre os compactos premium, com concorrentes como o Hyundai i30 e o Peugeot 308. Com preço entre R$ 65 mil e R$ 70 mil, o veículo também enfrentará os carros de entrada de marcas de luxo, como a BMW.

Gustavo Colossi, diretor de marketing da companhia, espera comercializar 13 mil unidades anuais do veículo. O principal objetivo é atrair novos consumidores para a montadora. “Estimamos que entre 50% e 60% dos compradores do Cruze Sport 6 sejam clientes de outras marcas.” Para o executivo, o avanço da classe média no País impulsionará as vendas do carro. “Alguém que comprou um automóvel popular mais completo há dois ou três anos já tem condição de passar para este modelo hoje”, analisa.

Quando lançada, a versão sedã do carro atraiu os consumidores mais tradicionais ou que buscavam um carro para a família. Já a campanha publicitária do hatchback destacará a esportividade, tecnologia e exclusividade do modelo para chamar a atenção do público jovem.

O veículo chega ao mercado em duas configurações: LT e LTZ. As duas são equipadas com motor 1.8 Ecotec 6 e opção por câmbio manual ou automático de seis marchas. A GM estima que a versão automática seja a mais procurada, com participação em torno de 90% das vendas.

Bem equipado, o modelo vem de série com airbags duplo e laterais, faróis e lanterna de neblina, controles de tração e estabilidade, freios ABS com EBD, ar-condicionado eletrônico, piloto automático e central multimídia com CD e MP3 player, entrada USB e Bluetooth.



Fonte disponível no(a): automotivebusiness.com.br

Nova geração do Infiniti G é flagrada na Europa

09/04/2012 Carros do Álvaro — Nova geração do sedã deve ter motores a diesel.Um novo Infiniti G está previsto para 2014 e a marca de luxo da Nissan já começa a testar mulas da atual geração para desenvolver componentes para o próximo modelo. As fotos feitas na Suécia mostram que, apesar da carroceria ser a usada no modelo em linha, a bitola está mais larga, o que indica que o novo Infiniti G será maior. Notam-se também duas entradas de ar no para-choque dianteiro, logo abaixo da grade.

O novo G também deve ter uma nova motorização a diesel, já que a mula foi flagrada entrando e saindo de uma instalação da Mercedes-Benz. A Daimler, que controla a marca alemã, está desenvolvendo motores a diesel juntamente com o grupo Renault-Nissan.

Fonte disponível no(a): QuatroRodas.abril.com.br

Regime automotivo: para Anfavea, medidas dão impulso à indústria

09/04/2012 Carros do Álvaro — Anfavea comemora e explica regime automotivo.Cledorvino Belini, presidente da associação dos fabricantes nacionais de veículos, a Anfavea, comemorou as medidas donovo regime automotivo durante sua apresentação mensal do desempenho da indústria automobilística, na quinta-feira, 5. “É política de longo prazo, que traz um horizonte positivo para o setor”, destacou. “O programa é bom e nós apoiamos”, ressaltou.

Das medidas de incentivo à indústria anunciadas na terça-feira, 3, para o presidente da Anfavea duas características agradaram mais: a ampliação das linhas de financiamento do BNDES, tanto para compra de caminhões e ônibus como para modernização industrial, e os estímulos à evolução tecnológica. “É fundamental o incentivo à inovação no País. Vai trazer desenvolvimento tecnológico e nós vamos pagar menos royalties pelo uso de tecnologias externas”, avalia Belini.

O dirigente aproveitou para explicar boa parte das medidas do novo regime automotivo, batizado pelo governo Inovar-Auto – criado pela Medida Provisória 563, nos artigos 31 a 33, publicada na quarta-feira, 4, e regulamentada no mesmo dia pelo Decreto 7716. Belini preparou uma apresentação sobre as regras que passam a valer para a indústria a partir de 2013 e se estendem até 2017.

O presidente da Anfavea admitiu que “nem todos os associados da entidade estão preparados” para cumprir todas as exigências do novo regime. Ele acredita, no entanto, que “todos vão se preparar para aproveitar ao máximo os benefícios concedidos”. Para Belini, as medidas não resolvem todos os problemas de competitividade da indústria, mas vão ajudar bastante as empresas que investir em inovação.

Habilitação

O decreto especifica de maneira detalhada todas as medidas anunciadas no dia anterior pelo governo. Para obter abatimento dos 30 pontos porcentuais aplicados sobre o IPI de veículos a partir de 2013, ainda este ano as montadoras poderão se habilitar ao regime. Fabricantes de veículos leves devem cumprir no mínimo três de quatro regras e os de caminhões e ônibus, duas de três, conforme abaixo:

• Investimento em pesquisa e inovação de, no mínimo, 0,15% do faturamento em 2013, porcentual que passa a 0,3% em 2014 e 0,5% a partir de 2015 até 2017. Para cumprir essas metas, contarão também aportes de recursos no Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), que vai direcionar verbas para programas para pesquisas em universidades e empresas de autopeças;

• Investimento em engenharia local e tecnologia industrial básica (TIB) equivalente a 0,5% do faturamento em 2013, que passa a 0,75% em 2014 e 1% de 2015 a 2017;

• Execução de processos industriais no País. Para fabricantes de veículos leves, a exigência é de 8 de 12 etapas em 2013, 9 de 12 em 2014 e 2015 e 10 de 12 em 2016 e 2017. Para fábricas de caminhões e ônibus, as metas são de 10 de 14 processos no primeiro ano, 11 de 14 no segundo e terceiro anos e 12 de 14 em 2016 e 2017. Todos os processos estão relacionados no Decreto 7716;

• As fabricantes de veículos leves (caminhões e ônibus ficam de fora) podem também aderir ao programa de etiquetagem veicular do Inmetro, que especifica a eficiência energética dos veículos. A exigência é cadastrar 25% dos modelos vendidos no primeiro ano, 40% em 2014, 60% em 2015, 80% em 2016 e 100% em 2017.

Descontos no IPI

Quem se habilitar ao regime cumprindo os procedimentos acima, poderá obter descontos nos 30 pontos adicionais do IPI aplicado sobre os veículos. Para saber o tamanho do desconto, a fabricante deverá multiplicar por um número-índice o valor de suas compras de insumos e componentes nacionais. Para 2013, valerá o multiplicador 1,3. Para os anos seguintes serão definidos outros índices.

Como exemplo, um carro 1.6 nacional que custasse R$ 100, pagaria IPI de 11% mais 30 pontos, que resulta em alíquota de 41%. Aplicando o imposto integral, dos R$ 41 a serem recolhidos, sobre até R$ 30 poderá haver desconto, de acordo com o volume total de peças e insumos comprados no Brasil. Hipoteticamente, se esse valor de componentes nacionais no carro do exemplo fosse de R$ 30, multiplicado por 1,3 o resultado será de R$ 39 e, portanto, a montadora poderia eliminar do pagamento do IPI todos os R$ 30 que pagaria a mais, recolhendo só os R$ 11. Por outro lado, caso o valor das compras fosse de R$ 10, a multiplicação por 1,3 dará R$ 13, que seria a cifra a ser abatida (R$ 30 de IPI extra - R$ 13 de desconto = R$ 17 + R$ 11 do IPI normal = R$ 28 de imposto a recolher).

Adicionalmente, quem cumprir ou superar as exigências de investimento em pesquisa e inovação, poderá abater mais um ponto porcentual do IPI, e mais outro ponto se investir o mínimo exigido em engenharia e tecnologia industrial. Na prática, quem direcionar mais recursos para engenharia e pesquisa terá custos tributários bastante diminuídos, porque os demais impostos de consumo (ICMS e PIS/Cofins) incidem em cascata sobre o IPI. Assim, dois pontos de IPI a menos significam um bom desconto no fim da cadeia tributária toda aplicada em cima dos veículos. E, não menos importante, as montadoras poderão embolsar esse ganho, pois não terão obrigação de repassar ao consumidor.

Novas fábricas e modelos

As montadoras que apresentarem ao governo projetos de novas fábricas ou produção de novos modelos no País, também poderão abater os 30 pontos extras de IPI de carros equivalentes que importam até dois anos antes de iniciarem as operações. Contudo, para essas empresas há redução de 40% nas exigências de investimentos em inovação e engenharia no primeiro ano de produção e de 20% no segundo ano.

As newcomers terão de recolher o IPI cheio dos produtos importados durante a construção de suas plantas, mas poderão receber de volta os 30 pontos pagos a mais de uma cota de 50% da capacidade produtiva a ser instalada no Brasil – por exemplo, se o projeto for de 100 mil unidades/ano, será devolvido o imposto recolhido sobre até 50 mil automóveis trazidos. Esses veículos, entretanto, devem ser similares aos que forem nacionalizados no futuro, para evitar que uma empresa traga carros de luxo, sobre os quais se recolhem grandes somas de IPI, e depois façam aqui modelos populares com grande escala de produção.

O governo também estuda a concessão de benefício parecido, de créditos tributários de IPI sobre uma cota de importação, para montadoras que ainda não decidiram se vão construir fábricas no Brasil. A ideia seria estimular essas fabricantes a “testar” o mercado brasileiro e, caso optassem por instalar produção local, teriam direito a receber os tributos de volta. Para essa modalidade, no entanto, as regras ainda serão definidas nos próximos meses.
Fonte disponível no(a): AutomotiveBusiness.com.br

Começa o III Fórum da Indústria Automobilística

09/04/2012 Carros do Álvaro — Evento reúne importantes profissionais do setor automotivo.Teve início na manhã desta segunda-feira, 9, o III Fórum da Indústria Automobilística. Organizado por Automotive Business, o evento ocorre no Golden Hall do WTC, em São Paulo SP, e reúne importantes profissionais do setor automotivo. O evento deste ano abordará o destino de R$ 60 bilhões a ser investidos no Brasil até 2015.

Esse aporte contempla novas fábricas de veículos leves (oito), caminhões e ônibus (outras seis), componentes e ampliações de instalações já existentes. Os desdobramentos do regime automotivo também estão na pauta do evento. Acompanhe durante o dia a cobertura completa do evento.
Fonte disponível no(a): AutomotiveBusiness.com.br

Regime automotivo não garante o aumento do índice de nacionalização

09/04/2012 Carros do Álvaro — De acordo com a consultoria IHS Automotive, há necessidade de maior regulamentação do setor.
O anúncio do novo regime automotivo, divulgado na semana passada pelo Governo Federal, não garante o aumento do índice de nacionalização dos veículos comercializados no país. De acordo com um levantamento feito pela consultoria IHS Automotive, há a necessidade de uma maior regulamentação do setor.

“Mesmo com a formulação das novas regras, ainda não há uma certeza de que teremos um índice de nacionalização dos produtos que evidencie uma proteção à indústria nacional. Por meio da quantidade de acordos bilaterais com outros países e da fragilidade das regras do decreto, não há uma certeza de que a bandeira levantada pelo governo seja atendida em curto prazo”, afirmou o diretor da IHS, Paulo Cardamone.

Ainda segundo o executivo, há diversos outros pontos que devem ser discutidos. “Podemos dizer que o novo regime seja um começo, mas ainda há diversas outras questões que precisam ser abordadas. Atualmente, temos uma alta carga tributária, um alto custo de produção, não há nada em andamento para o incentivo da exportação e ainda somos embrionários em questões como o incentivo à produção de carros elétricos”, disse Cadarmone.

Na questão das tecnologias dos veículos elétricos e híbridos, o diretor da IHS é mais contundente. “Se observarmos esse assunto como um todo, veremos uma grande distância da realidade. Primeiro devemos aumentar os investimentos em uma política eficaz de eficiência energética. Precisamos de motores mais modernos e com um foco maior na sustentabilidade. Já quanto à utilização real de carros elétricos, acredito em algo muito distante. Talvez um movimento maior a partir de 2025, mas ainda sem produção em larga escala”, concluiu.

Brasil no cenário global

Segundo números divulgados pela consultoria durante o III Fórum da Indústria Automobilística, o mercado global de automóveis deverá crescer 50% até 2020, atingindo os 115 milhões de veículos comercializados. Nesse cenário, o Brasil terá um grande papel, já que os BRICs (grupo de países em desenvolvimento, que inclui Brasil, Rússia, Índia e China, entre outros) representarão 42% desses números.

“Não é a toa que todos estão voltando os olhos para o Brasil. Esse é mais um motivo para avançarmos em políticas públicas, que não só protejam a indústria local, mas que garantam um mercado local mais competitivo, mais organizado e mais regulamentado. Deste modo, para que todos os que queiram investir por aqui saiam ganhando, assim como os consumidores nacionais”, afirmou Paulo Cadarmone.
Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br

Nissan March, Fiat 500, New Fiesta hatch e Hyundai Veloster reaparecem nas concessionárias

09/04/2012 Carros do Álvaro — Desaparecidos durante um tempo, alguns modelos já podem ser comprados à pronta entrega novamente.Após algum tempo em falta nas concessionárias, modelos considerados antes raridades estão disponíveis novamente. Um dos casos típicos de sumiço já solucionado foi o do Fiat 500. O pequeno retrô, agora importado do México, começou a fazer sucesso entre os brasileiros depois que passou a ser vendido com preço cerca de R$ 20 mil abaixo em relação ao tempo em que era importado da Polônia. Resultado: a Fiat não estava dando conta de abastecer as lojas. A configuração de entrada, a Cult (R$ 40.590) só existia mesmo no site da Fiat.

Mas isso é passado. Hoje as revendedoras da marca italiana já contam com, todas as versões do Cinquecento a pronta entrega. Durante a nossa apuração, encontramos ainda uma unidade da versão Cult por um preço abaixo da tabela, R$ 39.990. O vendedor justificou o valor em conta devido ao carro ser 2011 modelo 2012.
E o trio composto pelo estiloso Hyundai Veloster, o popular Nissan March e o arrojado New Fiesta também voltaram a ser realidade nas lojas. O site Carsale consultou concessionárias das três marcas em diversas regiões do Brasil e constatou a disponibilidade de todos os modelos. Preços estão de acordo com o sugerido pela montadora.
A Fiat lançou o crossover Freemont em agosto do ano passado. De lá para cá, as vendas do modelo passavam muito longe das 1.500 unidades anunciadas pela marca como objetivo mensal do lançamento – não passavam de 400 ao mês. Segundo a Fiat, o fraco desempenho era justificado pela dificuldade de trazer um volume maior. Pois bem, parece que a marca conseguiu reverter o jogo. Somente em março último, o Freemont foi responsável por 1.700 emplacamentos.

A boa notícia para você que está interessado em levar o modelo para casa é que hoje já é possível encontrá-lo à pronta entrega nas lojas. A má notícia, porém, é que com o aumento da procura pelo modelo, os concessionários estão praticando um preço acima do sugerido pela fabricante.

Para se ter uma ideia, a configuração Emotion, a de cinco lugares, foi encontrada à venda por R$ 86.900, preço R$ 4.430 acima da tabela. Já o Precision, que comporta até sete ocupantes, foi oferecido por R$ 94.900, ágio de R$ 7.610.
Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br

Nissan produzirá a nova geração Qashqai na Rússia

09/04/2012 Carros do Álvaro — Produção de São Petersburgo vai ajudar a suprimir a demanda pelo crossover no mercado europeu.Lançado em 2007, o crossover Qashqai se tornou um verdadeiro símbolo da nova fase da Nissan na Europa. O modelo é fabricado desde dezembro de 2006 na fábrica britânica de Sunderland e sua segunda geração passará a ser produzida também em São Petersburgo, na Rússia, daqui a dois anos. O objetivo é suprir a demanda, já que o carro se tornou um verdadeiro best-seller entre ingleses, italianos, alemães e franceses.

A demanda crescente por parte dos russos justifica a produção local do crossover. Em 2011, a procura pelo modelo no mercado russo cresceu 73%. Com a estratégia, a Nissan poderá também abrir mais espaço na fábrica britânica para o elétrico Leaf, que passa a ser produzido por lá em 2013. Por enquanto, o modelo elétrico vendido na Europa é trazido de Yokohama, no Japão.

Em junho de 2011, a unidade de Sunderland – maior fábrica do Reino Unido – chegou à marca de 1 milhão de unidades produzidas do Qashqai. Em 2010, o crossover emplacou mais de 39 mil unidades no mercado britânico, terminando o ano com a décima posição. A marca japonesa estava fora do top 10 de vendas por lá desde 1983, com o cupê Sunny.

O modelo mais vendido pela marca japonesa na Europa foi o primeiro Nissan desenvolvido no centro de estilo da montadora em Londres. Apresentado no Salão de Paris de 2006, o crossover também é produzido em Fukuoka, no Japão, e Teerã, no Irã. A segunda geração do modelo também sairá das pranchetas inglesas da Nissan em Paddington.
Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

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